Aprovada na ALE emenda que permite aos militares de soldados a sub tenentes optarem por vencimento da graduação anterior quando aprovados no CFO, se egressos da PMAL e CBMAL.

Foi aprovada por unanimidade, pelos dezoito deputados estaduais participantes da votação na Assembleia Legislativa de Alagoas – ALE, na manhã desta quarta-feira (08), a emenda do Dep. Cabo Bebeto que garante aos alunos do Curso de Formação de Oficiais – CFO, que anteriormente já pertenciam ao serviço ativo da PMAL ou CBMAL, optarem pelo vencimento da antiga graduação. “Mais de 40 cadetes da PMAL serão beneficiados com esta alteração no Subsídio”, declarou o presidente da Assomal, TC Olegário Paes.

Imagine um profissional ser promovido dentro da empresa que trabalha, mas por conta disto ter seu salário reduzido. É inacreditável! Mais esta é a prática adotada pelo Governo de Alagoas dentro das corporações militares estaduais. Este dilema é vivido há anos por muitos militares da PMAL e CBMAL, quando deixam de ser praças e passam a frequentar o CFO. A correção desta distorção foi defendida pela Associação dos Oficiais Militares de Alagoas – Assomal e amplamente discutida com os gestores da Segurança Pública, Gabinete Civil e ALE, sendo a derrubada do veto governamental a Emenda do Dep. Cabo Bebeto o ponto final neste dilema vivido por mais de 40 militares que atualmente são cadetes da PMAL e seus familiares.

Depois dos trâmites administrativos na Casa de Tavares Bastos e a devida publicação oficial do texto aprovado por unanimidade, o artigo 1º da Lei nº 6.456 – que fixa o Subsídio dos membros da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas, terá a inclusão de um terceiro parágrafo que vai permitir a opção vencimental aos cadetes que já faziam parte do serviço ativo das corporações estaduais. “Mais uma novela chega ao fim, em virtude do apoio do legislativo alagoano a emenda do Cabo Bebeto. Somos gratos aos 18 deputados estaduais que entenderam a situação problemática vivida em decorrência do descaso do governador para com as demandas reais dos militares estaduais”, declara o presidente da Assomal.

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